Meus dias são assim, curtos.
Ou melhor, eram.
Por isso, voltei a acordar às 5am.
Assim ganho mais horas de olhos abertos.
Mais tempo pra mim.
Pro remo.
Pro trabalho.
E para as minhas caraminholas.
Meus dias são assim, carregados.
São carregados de carga e repletos de cabides.
Cabides e sacos.
Sacos, marmitas e mochilas.
No cabide, roupa limpa.
No saco, roupa suja, a toalha molhada, o tênis suado.
Na marmita, combustível – pra aguentar tudo isso. (na verdade verdadeira, tem BEM mais que o necessário pra aguentar tudo isso, pq tá é “sobrando combustível nos quadris”)
na mochila, o creme e o livro e a carteira e o fone de ouvido e a bala e o cigarro e o cartão e tudo o que mais eu conseguir enfiar na minha casa ambulante.
Meus dias são assim, doloridos.
Na minha vida a dor é uma constante.
Dor de estômago – fiel companheira.
Dor nas mãos – pq os calos sempre voltam com bolhas.
Dor nas pernas – pq o skiff é matador.
Dor no traseiro – pq o “4 apoios” é cruel (não, meu caro – vc e sua mente suja!!-, não se trata de nada pornográfico, mas sim do famoso exercício de academia que nem sei mais pra que faço, já que beirando os 32 começo a perceber que “ela” não tem mais jeito)
E minhas noites?
Elas são curtas.
Mas cheias de bombons.
E filmes.
E recortes.
E colagens.
Só não são cheias de tempo. Pra dormir.
PS: Em breve, mais um quadrinho da rogéra.

1 response até agora ↓
Pijama // 2 Julho, 2008 às 7:51 pm |
querida, arranca essa foto daí…. q catso de uniforme é esse?!?!?!?
não me decepcione pelamor!!!
Bjs